quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Para queimar aquele seu maldito livro.

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Para queimar aquele seu maldito livro.


De tudo o que você quem pode ficar tudo, todo amor que lhe dei tudo que compramos juntos e se quiser aqueles meus cd’s que tanto gosta também lhe dou bom de bom grado.

Queria pedir que aquela nossa canção tocasse mais uma vez e se fosse possível que você não a odiasse, ela não tem culpa do nosso fracasso.

De verdade não espero que diga que foi bom nem nada do tipo quero apenas aquele seu maldito livro.

Aquele livro que lhe instruiu a ser má
maldade que me acertou em cheio.
E como um filme de bang bang
venceu-me antes que eu pudesse aceitar o desafio.

Nem imagina como eu quero queimá-lo
na esperança que seja possível sermos felizes.
E não querendo ser pidão, nem abusar da sorte
Mas posso ficar com aquele desenho?




Inacabado (01)

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Era um dia comum, café um tanto gelado, pães com gosto de nada e aquela leve vontade que o fazia pensar nela. De verdade já nem sabia que dia era, tinha passado a noite estudando e agora sofria antecipadamente pela infelicidade que seria seu dia.

Cegamente comeu e arrumou-se, era mais um dia que ele teria que da o melhor de si. E se como se não bastante a luta por um sonho de ter algo melhor na vida, ainda havia um pensamento que não se dissipava e o consumia vorazmente, qualquer coisa parecia ser o fim de tudo, todo problema parecia ser indecifrável e cada conquista tinha um gosto amargo de ter sido incompleta.

Ele se sentia ás vezes tão próximo dela que poderia jurar que naquele momento estavam pensando em algum lugar onde pudessem ser felizes juntos.

E aquele sorriso brilhante, aquela vontade engraçada de viver, aquele prazer em sonhar, que contrastava tanto com o que ele sentia, o encantava. Era como ver o nascimento de uma flor que lentamente esparramava seus longos fios dourados rumo ao chão.

Hipnotizado,perdido e agora?

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É um daqueles textos que eu nunca acabei...
mas que seja ele uma parte de um todo
que nunca se revelará
pela sua impossibilidade de existir.

E se existir é assim tão impossível
talvez seja melhor ser o boneco de madeira
do que o menino que pode sentir.


terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Texto (?)

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"Se é que me queres, me toma me estraçalhe, me devore, me degluta e por fim cuspa todo o meu resto. Espero que deixe aquela porta do fundo da casa aberta, para que a noite eu lhe faça o café, arrume sua casa e junte os meus pedacinhos que você regurgitou. Eles ainda me são importante."


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Será que eu já escrevi isso? Por que sinto que escrevi isso em alguma lugar alguma vez em algum dia?